SIPROSTO
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL - 2014
O QUE VOCÊ DEVE SABER PARA GARANTIR A CORRETA APLICAÇÃO DO PISO DO MAGISTÉRIO
1.
O que é o PSPN?
É o valor abaixo do qual
nenhum professor com formação de nível médio pode ser remunerado na forma de vencimento ou salário-base,
a depender do regime de contratação no serviço público. A decisão do STF não
permite agregar vantagem, gratificação ou abono na composição do Piso – essas
remunerações só podem ser pagas acima da quantia fixada pela Lei Federal. O
descumprimento da regra por parte dos gestores públicos enseja a proposição de Reclamação junto ao STF, por intermédio do Sindicato da
categoria.
2. Quem tem direito
ao Piso?
Todos os profissionais do magistério que desempenham as atividades
de docência ou as de suporte pedagógico à docência, isto é, direção ou
administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacionais,
exercidas no âmbito das unidades escolares de educação básica, em suas diversas
etapas e modalidades – creche, pré-escola, ensinos fundamental e médio, educação
de jovens e adultos, ensino técnico-profissional, educação especial, além dos
que atuam nas escolas rurais e indígenas. Também fazem jus ao Piso, os
profissionais contratados em caráter temporário e aposentados vinculados a
regimes próprios de previdência.
3.
Qual o valor do PSPN?
O MEC, em consonância com a
Lei 11.738, fixou para o ano de 2011 o valor de R$ 1.187,97, como reajuste
anual do Piso. Em 2012, o valor foi reajustado em 22,22%, passando para R$ 1.451,00.
Em 2013, o reajuste aplicado foi de 7,97%, chegando à R$ 1.567,00. Para 2014,
foi publicada na quarta-feira (18/12), por meio da Portaria Interministerial nº
16 (DOU, pág. 24), a nova estimativa de custo aluno do FUNDEB (2013), que serve
de referência para a correção do piso salarial do magistério em 2014. O critério
utilizado pelo MEC para atualizar o piso, em 2014, compara a previsão de custo
aluno anunciada em dezembro de 2012 (R$ 1.867,15) com a de dezembro de 2013 (R$
2.022,51), sendo que o percentual de crescimento entre os valores foi de 8,32%,
sendo essa variação o critério que reajusta os vencimentos da categoria. Portanto
o Piso Salarial Profissional Nacional passara para a quantia de R$ 1.697,37.
4.
Como deve ser pago o Piso?
A partir de 6 de abril de 2011, o Piso deve ser aplicado na base
dos vencimentos das carreiras docentes de todo país, referentes aos
profissionais formados em nível médio (Magistério/Normal). Para os
profissionais com formação de nível superior e pós-graduação, devem-se
estabelecer percentuais de diferenciação (a maior), definidos no próprio plano
de carreira, como forma de estímulo e reconhecimento ao aperfeiçoamento
profissional (art. 67, IV da LDB).
5.
Para qual jornada se aplica o PSPN?
O valor nacional será
sempre a referência mínima para as jornadas de trabalho estipuladas nos planos
de carreira, as quais não podem sobrepor o limite de 40 horas semanais.
6.
Como deve ser considerada a hora-atividade (extraclasse)?
No mínimo 1/3 da jornada definida
nos planos de carreira ou estatutos do magistério deve ser destinada às
atividades pedagógicas que extrapolam a regência de classe, e sua
regulamentação (forma de cumprimento) precisa constar da legislação local. O ente
público que descumprir esse quesito deverá ser acionado na justiça local,
preferencialmente pelo Sindicato da categoria.
7.
O que mais é essencial nos planos de carreira?
Além de observarem os
referenciais da Lei do Piso e de outras normas correlatas (Fundeb, LDB etc.),
as legislações locais precisam discriminar as funções ou cargos desempenhados
pelos profissionais do magistério, de acordo com o art. 2º, § 2º da Lei nº
11.738. No caso das funções/cargos de coordenação e assessoramento pedagógico,
é essencial que as leis estaduais e municipais listem as atribuições desses
profissionais, a fim de que os mesmos tenham assegurado o direito à
aposentadoria especial do magistério, de acordo com a Lei nº 11.301.
A DIREÇÃO
Fontes: http://www.cnte.org.br
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
TUDO O QUE PRECISAMOS SABER SOBRE O eSOCIAL
O
QUE É O eSOCIAL?
O eSocial ou Folha de Pagamento Digital é a sigla para o
Sistema de Escrituração Fiscal da Folha de Pagamento e das Obrigações
Previdenciárias, Trabalhistas e Fiscais.
O eSocial vai mudar a forma como todas as empresas do
Brasil lidam com as obrigações fiscais, tributárias, previdenciárias e
trabalhistas. Tem como objetivo quando estiver em pleno funcionamento, unificar
o envio dos dados sobre os trabalhadores para o governo federal de uma única
vez. A transmissão será eletrônica, substituindo
a folha de pagamento impressa.
O eSOCIAL
SERÁ OBRIGATÓRIO?
Sim. Ele será OBRIGATÓRIO para todos os EMPREGADORES do
Brasil, qualquer que seja seu porte, do Microempreendedor Individual (MEI),
passando por pequenas médias e grandes empresas e Entidades sem fins Lucrativos
Imunes ou Isentas (Associações, Sindicatos, Federações e Confederações de
Trabalhadores e Empregadores).
O eSOCIAL
PERMITIRÁ:
ü Fiscalizar
integrada e automática entre os Entes ou Membros participantes do eSocial;
ü Participação
do trabalhador no auxílio a fiscalização das obrigações trabalhistas e
previdenciárias;
ü Redução
de fraudes na concessão de benefícios previdenciários e do Seguro Desemprego;
ü Maior
controle e fiscalização dos programas de Medicina e Segurança do Trabalho;
ü Simplificação
no cumprimento das obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias;
ü Redução
da concorrência desleal com o cruzamento de dados e maior atuação do Fisco ( 0
eSocial não muda a lei atual, apenas teremos que coloca-las em prática);
ü Desburocratização
e agilidade no processo de aposentadoria, principalmente a especial;
ü Padronização
de Rubricas.
QUAIS
ÓRGÃOS DO GOVERNO ESTÃO ENVOLVIDOS?
O projeto vai abranger 100% dos empregadores do Brasil,
atendendo as necessidades dos seguintes órgãos e entidades do governo federal:
a)
RECEITA
FEDERAL
§ Contribuições
Previdenciárias e IRRF;
Arrecadação,
Cobrança e Fiscalização; Normatização.
b)
CEF – CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
§ Arrecadações
do FGTS;
Cobrança
e Gestão.
c)
INSS
– INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
§ Vínculos
e Salários de Contribuição;
Concessão
de benefícios e Políticas Públicas
d)
MTE
– MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
§ Direitos
e benefícios trabalhistas;
Fiscalização
e estudos; Políticas Públicas.
e)
JUSTIÇA
DO TRABALHO
§ Em
especial no tratamento das ações reclamatórias trabalhistas.
QUAIS
SÃO AS OBRIGAÇÕES QUE O eSOCIAL VAI ELIMINAR?
ü CTPS
– Carteira de Trabalho e Previdência Social;
ü Livro
de Registro de Empregados;
ü Folha
de Pagamento;
ü GFIP
– Guia de Recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço);
ü RAIS
– Relação Anual de Informações Sociais;
ü CAGED
– Cadastro Geral de Empregados e Desempregados;
ü DIRF
– Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte;
ü Formulário
Seguro Desemprego;
ü CAT
– Cadastramento da Comunicação de Acidente de Trabalho.
POR
ONDE COMEÇAR?
O primeiro passo será o cadastramento de todos os
funcionários que mantêm atualmente vínculo empregatício com entidade, tais como:
ATIVOS, AFASTADOS POR AUXÍLIO DOENÇA, AUX´LIO ACIDENTE, AUXÍLIO MATERNIDADE e
etc, a entidade. Assim, não haverá a necessidade de informar os dados de quem
já foi demitido da entidade. O modelo de identificação será modificado, para
evitar o cruzamento de diversos registros. As entidades serão identificadas
somente pelo número do CNPJ e os
trabalhadores pela dupla CPF e NIS – Número de Identificação Social, que pode
ser o PIS/PASEP ou NIT. Por isso, é importante que as entidades comecem o
processo revisando as informações cadastrais dos seus empregados, para evitar
inconsistências. Além dos empregados, outras categorias de trabalhadores também
serão objeto de informações que alimentarão o Registro de Eventos Trabalhistas
(RET), como os autônomos, os dirigentes sindicais e algumas categorias de
contribuintes individuais (Advogados, dentistas, diaristas e etc.), como também
diretores não empregados e cooperados.
TRANSMISSÃO
DE INFORMAÇÕES
As informações de eventos trabalhistas serão transmitidas
tempestivamente, ou seja, deverão ser enviados pelo empregador diariamente,
onde serão reunidas e ficarão no aguardo do fechamento da folha de pagamento
mensal, a qual será de transmissão obrigatória. As informações deverão estar
consistentes com o registro de eventos trabalhistas enviados durante a
competência.
QUAL
É O MODELO OPERACIONAL DO eSOCIAL?
O empregador poderá acessar o endereço eletrônico: www.esocial.gov.br
para enviar os dados ou fazer uma conexão direta entre o software da empresa
responsável pelo Programa Gerador da Folha de Pagamento usado pela entidade com
o sistema do eSocial.
Após a verificação da integridade das informações, a
Receita Federal vai emitir um protocolo de recebimento e o enviará ao
empregador.
PRINCIPAIS
MUDANÇAS PARA A ENTIDADE EM RELAÇÃO AO FISCO:
ü Cada
evento enviado à base do eSocial é um documento digital oficial assinado;
ü Cadastro
Oficial do Empregador e Trabalhador com vínculo na base do eSocial;
ü Cruzamento
das tabelas das empresas com tabelas oficiais;
ü Nova
forma de registro de Empregador, Trbalhador e Governo pelos RET – Registros de
Eventos Trabalhistas simultâneos e informações mensais digitais;
ü Fiscalização
integrada (RFB, INSS, TEM, CEF) da base do eSocial em tempo real;
ü Prazos
rígidos para o cumprimento do envio e qualidades das informações, sob pena das
empresas incorrerem no pagamento de multas;
ü Criação
do Portal Empregador/Trabalhador com a transparência do relacionamento.
SUGESTÕES
DAS ATIVIDADES IMEDIATAS PARA FASE DE IMPLANTAÇÃO
ü Atualização
dos dados nos sistemas;
ü Revisão
do CBO e Descrição de Atividades
www.mtecbo.gov.br
ü Revisão
CPF, atualizações no sistema
www.receita.fazenda.gov.br
ü Revisão
PIS, atualizações no sistema
Para
consultar nº PIS, ligar para 0800 726 02 07
ü Organização
de dados de exames médicos
PENALIDADES – QUAIS SÃO OS PRAZOS E AS MULTAS
PREVISTAS?
O
prazo de implantação da eSocial ainda não está definido, mas a intenção dos
órgãos responsáveis pelo seu desenvolvimento é que entre em ambiente de
produção em Janeiro de 2014.
Isso
significa que os empregadores terão pouco tempo para se preparar para a entrega.
Para quem não conseguir se adequar, já existe a multa "prevista" de até R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês, a partir da data de implantação.
Fonte:
Escritório de Contabilidade Arrivebene Ltda (www.arrivebenesindical.com.br)
sábado, 14 de dezembro de 2013
CONVOCAÇÃO DA UGT-REGIONAL OESTE
RELATÓRIO DA CONVOCAÇÃO
DATA: 14
de Dezembro de 2013
HORÁRIO: 09h00
às 12h00
PAUTA DA DISCUSSÃO
a) ) Balanço das Atividades
em 2013;
I.
Apresentação
das ações da regional durante o período de 2013, a destacar a inauguração da
sede no dia 23 de março, com toda a situação institucional aprovada e
estruturada física e documentalmente;
II.
A
página da UGT-OESTE já está em funcionamento para facilitar a comunicação entre
seus filiados;
III.
Aquisição
de veículo próprio para a Regional Oeste;
IV.
Devemos
enviar nossa agenda para ser publicada na página da UGT-OESTE, no sentido de
socializar as informações;
V.
Para
nosso aproveitamento ficou registrado somente que os sindicatos têm muita
dificuldade para socializar as informações que são do interesse do trabalhador.
Falta mais flexibilidade para a participação dos trabalhadores no processo de
formação sindical. A maioria dessas dificuldades é apresentada pelo patronato.
b) Informe sobre a COHAPAR;
I.
Possibilidade
de se estabelecer um compromisso de parceria para se destinar recursos para
formação de núcleos habitacionais para o trabalhador, a preços acessíveis. Para
isso deve-se fazer constar cláusulas específicas no estatuto da entidade. Aguardar
as instruções da COHAPAR para maiores explicações;
II.
Não
é obrigatório, mas importante, a alteração do estatuto para as tratativas dessa
ação social;
III.
A
UGT-OESTE pretende fazer uma palestra específica para a região, com a
participação dos nossos sindicatos, para maiores e melhores esclarecimentos a
todos. A provável data será a segunda quinzena de fevereiro de 2014, numa
quarta ou quinta-feira, o dia inteiro. Para esse dia serão feitas as duas
palestras: COHAPAR e FOMENTO AO EMPREENDEDOR.
c) Informe sobre Fomento ao Empreendedor;
I.
O
governo está abrindo uma linha de crédito para os trabalhadores, a juros baixos
e fácil aprovação.
II.
Nossa
sugestão é para que a Instituição apresente uma cartilha de fácil leitura, para
repassarmos aos nossos associados interessados. Tomarmos cuidado para que nós,
os sindicatos, não nos tornemos “relações
públicas” dessas instituições públicas.
d) Assuntos Gerais.
I.
Notamos
uma mudança de perfil nas eleições sindicais, com a atuação mais presente das
centrais no início do processo. Isso deve ser bem estudado para que os
sindicatos não percam espaço e autonomia;
II.
Retorno
dos encaminhamentos das questões dadas pela Regional Oeste, que não se tem
retorno;
III.
Sugestão
de um seminário, curso, ou outra nomenclatura sobre o e-social. Com rapidez!
Até primeiramente que o a proposta anterior;
IV.
Sugestão
para que a Regional Oeste também tenha uma liderança de jovens trabalhadores;
V.
Temos
que nos preparar para os processos eletivos, criar um calendário de eleições
sindicais, para trabalhar a estrutura das chapas para o embate eleitoral.
Discutir estratégias com apoio da Regional Oeste;
VI.
Palestra
sobre Assedio Moral para os dirigentes sindicais, violência contra a mulher.
Data provável seria o mês de Março, próximo ao Dia Internacional da Mulher.
VII.
Comentários
sobre a postura político-partidária dentro da UGT, tanto Regional quanto
Estadual.
Finalização com o almoço de confraternização, na Churrascaria
Brasil.
Cascavel, 14 de dezembro de
2013.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
TEMOS QUE MUDAR ISSO...
Brasileiros
confiam menos nas instituições, diz pesquisa do Ibope
Faz cinco anos que o Ibope vai às
ruas para ouvir dos brasileiros a opinião deles sobre as diversas instituições.
Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (1º) pelo
Ibope mostrou
que, desde o ano passado, os brasileiros passaram a confiar menos em diversas
instituições.
Faz cinco anos que o Ibope vai às ruas para ouvir
dos brasileiros a opinião deles sobre as instituições.
O Ibope criou um indicador, o Índice de Confiança
Social. Ele dá peso às respostas. Vai de 0, quando não há nenhuma confiança, a
100, quando o entrevistado diz ter muita confiança na instituição.
Neste ano, todas as 18 instituições avaliadas na
pesquisa perderam pontos. Mas não houve troca de posições.
“Falta muita confiança. Como resgatar isso? Não
sei”, diz Ismênia Miranda, corretora.
O Corpo de Bombeiros continua sendo a instituição
na qual os brasileiros mais confiam. Mas, até os bombeiros já foram mais bem
vistos.
Nesta pesquisa, aparecem com 77 pontos. Tinham 83
pontos em 2012. Completam o grupo dos cinco mais bem avaliados as igrejas, as
forças armadas, os meios de comunicação e as empresas.
Ainda fazem parte da lista, entidades civis,
polícia, bancos, escolas públicas, e Justiça, em décimo lugar - seguida por
presidente da república, Governo Federal, o
sistema eleitoral, governos municipais, sindicatos e o sistema público de
saúde, em 16º lugar.
As instituições em que os brasileiros menos
confiam, segundo a pesquisa, ainda são o Congresso Nacional, que ficou 17º, e
os partidos políticos, em 18º lugar, com 25 pontos.
A instituição presidente da república foi a que
mais perdeu entre 2012 e 2013: 21 pontos. Foi a primeira vez desde que a
pesquisa começou que houve queda de confiança em todas as instituições
avaliadas. Em duas regiões do país a piora foi mais acentuada: no Sul e no
Sudeste.
Na média, nessas regiões a queda foi de oito
pontos. Contra seis pontos do Norte e do Centro-Oeste. E cinco do Nordeste.
“Esses números refletem o atual momento do país,
onde há uma crise generalizada de credibilidade nas instituições. Em 2013 é o
menor ponto de credibilidade nas instituições desde o inicio do estudo, que
começou em 2009”, ressaltou Márcia Cavallari, diretora geral do Ibope
Inteligência.
RANKING –
ÍNDICE DE CONFIANÇA SOCIAL
1º - CORPO DE BOMBEIRO (77
pontos)
2º - IGREJA;
3º - FORÇAS ARMADAS;
4º - MEIOS DE COMUNICAÇÃO;
5º - GRANDES EMPRESAS;
6º - ENTIDADES CIVIS,
7º - POLÍCIA;
8º - BANCOS;
9º - ESCOLAS PÚBLICAS;
10º - JUSTIÇA;
11º - PRESDIDENTE DA REPÚBLICA;
12º - GOVERNO FEDERAL;
13º - SISTEMA ELEITORAL;
14º - GOVERNOS MUNICIPAIS;
15º - SINDICATOS;
16º - SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE;
17º - CONGRESSO NACIONAL;
18º - PARTIDOS POLÍTICOS (25
pontos).
O Ibope ouviu 2.002 pessoas, em 140 municípios, de
11 a 15 de julho.
Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/08/brasileiros-confiam-menos-nas-instituicoes-diz-pesquisa-do-ibope.html
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